Orgulhosa
do nome, a enfermeira aposentada, carioca e candanga é uma das grandes responsáveis pelo samba
que existe hoje em Brasília. Veio pra nova capital antes da inauguração. Mas a
lembrança de casa era constante. Segundo Ivoone: “a saudade do Rio de Janeiro
apertava o peito de um jeito... para matar um pouco dessa angustia, juntava aqui na frente de
casa todos os poucos vizinho. Pegava um instrumento ali, outro aqui e acabava
saindo um samba, e samba bom.” Esse samba, que começou improvisado, foi o
inicio da Associação Recreativa Unidos do Cruzeiro (ARUC), que tem como
ano oficial de criação 1961, um ano após a fundação da capital.
Fotos: Rafaela Felicciano
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