O Dia Nacional do
Samba surgiu de uma homenagem. O deputado baiano, Luís Monteiro da Costa,
propôs a criação da data em 1963, quando Ary Barroso pisou pela primeira vez na
Bahia. O sambista compôs, em 1938, a música “Na baixa do Sapateiro” e só em 63
conheceu a tão aclamada Bahia.
Um ano antes, o
samba já tinha data marcada. Em 1962, no I Congresso do Samba, foi aprovada a
Carta do Samba, que intitulava o dia 02 de dezembro, último dia do
Congresso, como o Dia do Samba. O I Congresso contou com nada menos que a
presença de Ari Barroso, Almirante, Paulo Tapajós, Donga, Pixinguinha, Cidadão
Samba, Tinhorão, Oswaldo Sargentelli e mais uma infinidade de nomes clássicos
do cenário sambista.
Na verdade,
existem as duas versões sobre o surgimento da data.
Particularmente, acredito mais na origem pelo Congresso do Samba.
Posteriormente, publicarei a Carta na íntegra. Independente do ano e
origem, damos graças ao samba.
Em Brasília o Dia
Nacional do Samba é comemorado com quem dá voz e letra ao ritmo – o povo. Há
cinco anos, a plataforma inferior da rodoviária vira palco para os sambistas da
capital. É nessa roda de samba que se junta cantores, compositores e
apreciadores. No horário de maior movimento da rodoviária o povo esculta a
música feita dele e para ele.
Com as fotos do
Samba na Rodoviária, que aconteceu dia 02 de dezembro de 2011, publico o
primeiro ensaio fotográfico do Brasília do Samba.
Fotos: Rafaela Felicciano
© Copyright - Todos os direitos reservados ao autor. Lei nº 9.610/98. Este material fotográfico não pode ser copiado, publicado, editado, transmitido, vendido ou redistribuído sem prévia autorização.
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